quinta-feira, 3 de março de 2011

:)

Agora, é hora, de ir embora, senhora, evapora, não chora, em memória, um recado, boa a história.

Jouber Nabor

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Redor

Quando desejo uma mulher é sempre por cisma
Afinidade, sei lá
Coisa de espírito poeta

Às vezes é um jeito
Quem sabe uma dança
Tem horas que até gosto quando a chatice me cansa

É um passeio no bosque
No começo, sem a companhia dela
Escondido e atrás de uma árvore gosto de vê-la caminhar
De longe eu a vejo rir
E por falar em sorrir
Isto não pode faltar
Tatuei em meu braço
Pra memória não falhar

Antes mesmo de um beijo
Eu já começo a namorar
Mas não é amor platônico
Meu mundo é cômico
Faço isso só pra cantarolar

Pois se ela me merece
Vai virar minha poesia
Vai saber da minha alegria
Terás o meu bom dia

Vai cobrar meu romantismo
Quando descobrir que sou apenas poeta
Menino homem largado
Desprendido moço fiel
Sincero, arrumo meu caminho
O rumo de meus guias da paz

Tem dúvidas
É necessário
Tem escolhas
Fundamental
Renúncias
Sem problemas
Pronúncias
Do meu amor

Jouber Nabor

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MEU QUARTO MUNDO VAI VIAJAR

O que posso dizer meu leitor, é que por ventura qualquer, você gosta de ler o que eu digo, com isso, tenho algo a comunicar.
Hoje pela manhã, uma bela pessoa, me disse que enquanto desbravava com suas neuroses a internet, descobria também a minha classificação em um dos respeitáveis festivais nacionais. O FESTIVAL NACIONAL DA CANÇÃO, um evento que enobreceu a música popular brasileira, que deu voz a grandes personagens que possuem a função de músico, poeta e compositor.
O interessante é que outra alegria morava em meu ser, minha classificação no FESTIVAL DE MPB DE RIO CLARO. Recebi o telefonema nesta segunda-feira e fiquei assim, embasbacado.
Se meu mundo vai ser perfeito? Nem quero, meu mundo vai ser o trabalho, uma mistura de música, poesia, símbolos visuais e teorias da comunicação, em qualquer lugar, empresa ou palco.
Aqui vou, eu e meu violão !!!!!!!!!!
AH me esqueci, meu nome é Jouber Nabor Lacerda, músico por admiração, poeta sem licença e compositor de ações, músicas e palavras, também conhecido como Publicitário.


OBS: Deus sabe que já agradeci e pedi perdão.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cabeça vazia




Desculpe menina
Mas hoje só quero falar da vida
Das coisas que foram resolvidas
E outras que devo solucionar

Eu sei meu bem
O seu assunto é sobre liberdade
Falar dos sonhos e das vontades
Mas não faz nada para melhorar

Minha querida
Ainda não sei o que vim fazer aqui
Meus amigos me convidaram para divertir
E foi por isso que pude lhe encontrar

Lhe conheci
Fiz perguntas pra ver o seu assunto
Falei no ouvido por causa do tumulto
E não tentei por falta de amar

Não sou assim
Daquele estilo que tem o costume
Como se fosse ataques de cardumes
Em sua cadeia querem devorar

Estou com vontade
Mas quero mesmo saber da verdade
Trocar cabeças e experimentar
Um jeito novo de compartilhar

Tenho desejos
Mas não vai ser apenas os seus beijos
O corpo inteiro ou seu vestido
Que apagarão do meu libido
O almejo de ter de novo
Alguém para se amar

Jouber Nabor Lacerda

terça-feira, 29 de junho de 2010

YAEL NAIM, escutem !!!!!!!!


Yael Naim, me apaxonei por você !!!!!!!!!! :)
Eu estou começando a achar que o amor da minha vida deve estar cantando em algum pub da EUROPA !!!!!!!!!!

Obs:
NEW SOUL

Um hit que fala de aprender a amar e acreditar que tudo é possível, mesmo com a presença de nossos erros.
Enfim, aos meus olhos e ouvidos essa música veio como uma porta de esperança, as vezes sinto que meus pensamentos poéticos não são compreendidos por muitos, e claro, também por muitas (rs).
Vivo ultimamente em ambientes que de fato não queria frequentar, mas já que nasci em uma cidade do interior, com poucos grupos de artistas e apreciadores de uma arte mais interpretativa, me rendo aos versos sertanejos e aos passos de axé que alegram a massa !!!!!!!!!!!
Ainda bem que existem ônibus, carros e aviões, acho que está chegando a hora de voltar a fazer algumas viagenzinhas !!!!!!!


Jouber Nabor Lacerda

terça-feira, 22 de junho de 2010

TEM SIM, TEM EU

No meu bairro não tem favela
Não tem samba
Não tem ela
Não tem vista para o mar

No meu bairro não tem quem cante
Quem componha
Quem encante
Ou quem saiba admirar

Não tem porta bandeira
Nem rainha de bateria
Não tem escola de samba
Ou que goste de uma banda só com a "própria autoria"

Tem sim
Tem eu
Tem sim
Vem cá
Tem eu
Tem sim
Tem eu
Eu vou mudar

No meu bairro não tem carnaval
Qualquer ação popular
Nem um samba enredo
E acho que isso é medo de criar

Mas tem as qualidades
Eu nasci por lá
Vivia no clube e na escola
No campo eu joguei bola
E comecei a pensar

Tem sim
Tem eu
Tem sim
Vem cá
Tem eu
Tem sim
Tem eu
Vamos mudar

Jouber Nabor Lacerda


OBS: Seja um agente transformador!!! Vanessa Egídio, essa música é um reflexo de nossa conversa durante aquele final de semana em sua casa. Obrigado !!!!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aldeido Fórmico

O que posso dizer é que depois de uma bebedeira de final de semana e dando sequência a minha ressaca moral, concluo que acho péssima a sensação, mas valorizo muito os pensamentos.
A loucura do alcool permite um desprendimento de reações, esta substância desapega a timidez e liga o botão do FODA-SE que existe em nossa cabeça.
Bom? Ruim?
É certo que toda coisa boa tem seu lado ruim, mas quer saber, tem dia que eu gosto de ficar assim:

Aldeido Fórmico

Ali
Jogado pela ressaca
Boca seca
Desejo água
Ali lembrando do que falei
Entre alguns flashs
Entre janelas

Ganhei um beijo da outra
Num canto escondido pra não comprometer ninguém
Pois o outro era eu
Descontralado e sem pudor

Mas ali
Jogado pela ressaca
Senti novamente a falta do amor
De carinho
De conversa
De sabor

Sabor que já desperdicei
Quem realmente me quis
Eu não sei
Porque não continuei?

Em minha cabeça
Reações Químicas
Em minha moral
Abalo sísmico
Em meu pensamento
Poesia
Que venha o próximo dia

Jouber Nabor Lacerda

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Educação

Educação,
Acho que isso é um bem precioso para toda humanidade. Você pode não ser um doutor acadêmico ou qualquer outra profissão de renome social, mas se tiver educação terá junto a honestidade e a simplicidade das coisas. Certamente não será um santo por conta dela, mas lembrará de agradecer a atenção das pequenas e grandes atitudes que as pessoas tiveram, para favorecer sua caminhada.
A educação nos lembra que é preciso respeitar as pessoas, é preciso assumir os erros, é preciso pedir desculpas, é preciso pensar, buscar informações e aplica-las no dia a dia.
A educação nos leva aos valores, reconhecimento e atenção, quem tem este valioso atributo, aprende a se comportar frente à situações de conflito.
Educação é o silêncio para o aprendizado, é dialogo para se entender, é opinião para se formar.
A plena educação não traz guerra e sim uma dimensão de possibilidades e votos democráticos para vivermos em harmonia.
É longa a decisão de uma resposta, por isso é necessário muita sabedoria para responder uma pergunta.
Abra sua cabeça, não consuma apenas aquilo que a mídia divulga, descubra o novo, produtos novos, músicas novas, pessoas diferentes, culturas diversas. O mundo não se resume na ilha que você nasceu, nas escolhas de seus amigos, no status que buscam.
Faça da educação a sua referência e lembre-se, você nasceu para ser um agente de transformação, melhore alguma coisa deste mundo.

Jouber Nabor Lacerda

terça-feira, 8 de junho de 2010

PALAVRAS EM MADRUGADAS

No mundo da poesia
A gente acredita nas palavras
Já disse meu pai
A honestidade nos faz acreditar
Que o falso foi honesto
Mas tentou te enganar

Doei alguns reais
E não troco em mil centavos
Amigos de verdade
Eu divido em avos

Conselhos me pediram
Ideias já entreguei
Mas de fato percebi
Que ficar calado é bem melhor

Assim vejo o valor
Sou agente transformador
Que em cores vejo o calor
Que no frio sinto palavras

Abracadabra
Parece mágica
Parece nada

O que faz um pensador ?
Que perde a madrugada
Para namorar com as letras
Para se esconder em sílabas

Moro em minhas frases
E deixo nelas o meu medo
Sei também que sou forte
E já até acho que pra guerra
O meu canto tem porte

Jouber Nabor Lacerda

Só de passagem

Menina quando você ler isso daqui
Vai saber que foi pra ti
No seu quarto já entrei
Na sua boca já beijei
Noites de sono compartilhei
Parece um jogo
Tem dúvida ?

Já senti o seu calor
Já ouvi o seu amor
Foi profundo o seu sabor
Sabe
Seu mundo apenas começou

Passei por aí
So por passar
Não quero lhe ver
Não vou procurar

Só quero que saiba
Que me divertiu
Gargalhei quando você sorriu

Menina
A sala parece vazia ?
Que nada
Jajá meu canto será de alguém
Amores vão e vem
Mas nem quero saber

Fico por aqui
Com lembranças de ti

Jouber Nabor Lacerda

Cantei, pra variar !

Cantei para ouvidos que não queriam escutar
Mas não me importo
Quer dizer me importo sim
Quando será ?
Que terei o meu público
Que sentirei vontade de cantar e chorar
Talvez já tenha
E não percebo a dimensão
Talvez a vaidade me cega
E ainda me faz cantar
Para um público que não quer me escutar
Será ?

Jouber Nabor Lacerda

"OBS: Ainda caio na estrada..............

12 de junho

Que saudade do tempo que amei alguém
Lá vem você querendo entender que isto é saudade dela
Daquele alguém
Não meu bem
Saudade de amar mesmo

De lembrar de algum nome antes de dormir
E lembrar de novo quando acordar

Sabe aquele frio na barriga ?
Então
Quando será que ele vai voltar ?
Talvez quando eu deixar
Ou quando eu souber
Me permitir
Me sucumbir

Saudade de não sentir vontade de sair
Ficar ali cuidando dela
Andar no parque
Só dar uma volta
Pegar um sol
Uma praia
Viajar
Qualquer lugar
Não tem problema
Estou com ela

Que coisa não ?
Voltei a reclamar
Ja disse alguém
Quem está dentro quer sair
Quem está fora quer entrar

Mas aí eu reflito
Só pensei nisso por causa do tempo
12 de junho
Dia do carinho
Aqueça o seu ninho
Ofereça o caminho

Você sabe meu bem
Nesta terra
Ninguém nasceu pra ficar sozinho

Jouber Nabor Lacerda


*OBS: Nesta data me recordo de bons momentos que vive com algumas importantes mulheres.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Cuspir e dormir

Hoje vou sentir a madrugada
Sempre ela
Toda escura e calada
Peguei o carro e visitei as casas de algumas ex namoradas
Só pra fazer poesia
Só pra cair na estrada
Ao fundo escutava "As portas"
Uma música que falava sobre o fim
De algum caminho
Alguma história
Mas tudo isso deixo aqui na memória
Não se assuste caso se um dia me escutar cantando alguma frase sua
É que de madrugada a minha cabeça funciona como a fábrica
Aquela que polui nossas ruas e que gera economia
Noite fria
Burguesia
O silêncio pra quem amanhã trabalha
E acordarei cedo também
Por volta das 6 meu despertador vai gritar
Meu sono leve
Mas meu corpo continua desmaiado
Fico ali
Em estado estranho
Ja até pensei que fui a cozinha
Mas não sai da cama
As vezes me acho um louco
As vezes prefiro ficar sozinho
Pra falar a verdade
De uns tempos pra cá
Eu ando meio assim
Um coração me recolhe
Mas o amor não chegou até a mim
Comodismo talvez
Esperar pode ser um erro
Correr me tras cansaço
Mas quando faço isso em volta do meu bairro
Me ergo e abro os braços
E Deus sopra sobre meu corpo
Eu olho o verde
Sinto sede
Escuto um passáro e faço plágio da sua melodia
Chego em casa e pego meu violão
Quero entrar de férias
Mas sou a válvula de escape
Sou a minha composição

Jouber Nabor Lacerda

O RETIRO ESPIRITUAL

Moça legal
Me leve pro teu retiro espiritual
Vem cá deite aqui
Vamos cantar e sorrir pra você dormir

Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos

Moça legal
Me leve pro seu retiro espiritual
Pra mim tudo bem
A gente se esbarrou no caminho do bem

Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos

Jouber Nabor Lacerda

domingo, 4 de abril de 2010

As ondas do cabelo dela


Olhei as ondas do cabelo dela
Fui pedir pra surfar também
Uma conversa, uma mulher tão bela
Hoje eu não quero ser de mais ninguém
Lhe prometo proteção
Segure aqui a minha mão
Vem contente vem dançar
Embaixo do céu
É o nosso lugar

Olhei as ondas do cabelo dela
Hoje eu quero me afogar
As curvas dela levam pro pecado
Pedi perdão a Deus
Eu vou até la

Ela veio diferente
Numa saia bonita especial
Uma camisa branca destacava seu corpão
Um violão


Jouber Nabor Lacerda

Criança


Aí que saudade eu tenho da infância
Naquele tempo eu já até sabia o quanto bom ser criança
É coisa tão linda
Nossa primeira instância
É palavra e verdade
Soltar segredo e vontade
É amar todo mundo
E ter medo do escuro
É gostar de animais
Sonhar e muito mais
Tanta coisa eu poderia dizer
Mas por agora
Só quero pensar em minha infância


Jouber Nabor Lacerda

Um samba e muito gole ?

Ontem voltei de um samba triste
Pois vi nos olhos de vários
A vontade de conversar
Vi numa esquina dois homens sentados
Bêbados e desabafando para o outro que precisavam de um amor
Ontem vi um louco a gritar
Aos pés de meus ouvidos
Não pediu licença
Mas tudo bem
Isso é vontade de chorar
Um samba
Um gole
Bole bole
Não vi minha princesa dançar
Mas um ex amor passou por mim e me deu um abraço
Eu não sou de aço
Mas também sei me controlar
Vi na face de uma amiga alguns traços de melancolia
A alegria
Cadê ?
Eu que só sei fazer poesia
As vezes me deparo só
Pensando que sou diferente
Louco e doente por sentir demais
Mas isso é coisa passageira
Sempre haverá outra maneira
De libertar meu coração
Se isso é falta de amor
Talvez
E de verdade
Sinto saudade da cumplicidade
Mistura de sexo, amor e amizade
E deixo de lado essa conversa
Vamos ao que interessa
Peça logo desculpa a si
Permita o manifesto da paz
Saibam meus amigos
As vezes em algumas festas
Batemos com testa na parede
Acreditamos que estamos com sede
E não pedimos água pra tomar
Apenas álcool
O elixir da felicidade
Engano
Tem seu valor
Mas o excesso é falsidade
Ali sentados em fileira
Vi muita gente que já vi sorrir
Mas sinceramente não entendi
Pareciam zumbis
Apenas estavam ali
Pois sabe como é
As vezes achamos melhor do que ficar em casa
Em por falar em casa
Também uso pouco a minha
Então me sinto uma criança
Que quando se encontra um pouco perdido
Apenas diz
Quero minha mãe
Oração aos meus anjos

Peço aos meu anjos protetores
Que me guiem
Para os bons olhos de quem quer ver
Pois sei que dentro de muitas palavras
Existem também armadilhas de maldade
E para as pessoas ruins
Eu desejo o encontro da paz
Mas não sinto saudade
Guardo em minha oração
Nomes que as vezes não vejo
Pessoas que percebo valores
E que em momentos importantes
Souberam também compartilhar algumas dores

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sentir Saudade


Recebi uma frase que dizia
Algo sobre falta de mim
Minutos tão poucos quem sabe
Conversas de assuntos sem fim
Talvez a falta do meu carinho
Desejo do meu aconchego
Sentir saudade é sinal
De coisas que já temos certo apego

É sentimento bom também
Que machuca quando muito tempo
Que parece um mundo sem rotação
Que lento segue a direção

Saúde se tem com a saudade
São ninhos de formigas no coração
São sonhos que refletem toda vontade
São coisas que criam a imaginação

Faz de tudo
Faço saudade
Pois o poder de algumas palavras
Sei canta-las com a expressão

E me desculpe não tem jeito
A minha maior causa e efeito
É fazer saudade
Fique a vontade

Jouber Nabor Lacerda