No mundo da poesia
A gente acredita nas palavras
Já disse meu pai
A honestidade nos faz acreditar
Que o falso foi honesto
Mas tentou te enganar
Doei alguns reais
E não troco em mil centavos
Amigos de verdade
Eu divido em avos
Conselhos me pediram
Ideias já entreguei
Mas de fato percebi
Que ficar calado é bem melhor
Assim vejo o valor
Sou agente transformador
Que em cores vejo o calor
Que no frio sinto palavras
Abracadabra
Parece mágica
Parece nada
O que faz um pensador ?
Que perde a madrugada
Para namorar com as letras
Para se esconder em sílabas
Moro em minhas frases
E deixo nelas o meu medo
Sei também que sou forte
E já até acho que pra guerra
O meu canto tem porte
Jouber Nabor Lacerda
terça-feira, 8 de junho de 2010
Só de passagem
Menina quando você ler isso daqui
Vai saber que foi pra ti
No seu quarto já entrei
Na sua boca já beijei
Noites de sono compartilhei
Parece um jogo
Tem dúvida ?
Já senti o seu calor
Já ouvi o seu amor
Foi profundo o seu sabor
Sabe
Seu mundo apenas começou
Passei por aí
So por passar
Não quero lhe ver
Não vou procurar
Só quero que saiba
Que me divertiu
Gargalhei quando você sorriu
Menina
A sala parece vazia ?
Que nada
Jajá meu canto será de alguém
Amores vão e vem
Mas nem quero saber
Fico por aqui
Com lembranças de ti
Jouber Nabor Lacerda
Vai saber que foi pra ti
No seu quarto já entrei
Na sua boca já beijei
Noites de sono compartilhei
Parece um jogo
Tem dúvida ?
Já senti o seu calor
Já ouvi o seu amor
Foi profundo o seu sabor
Sabe
Seu mundo apenas começou
Passei por aí
So por passar
Não quero lhe ver
Não vou procurar
Só quero que saiba
Que me divertiu
Gargalhei quando você sorriu
Menina
A sala parece vazia ?
Que nada
Jajá meu canto será de alguém
Amores vão e vem
Mas nem quero saber
Fico por aqui
Com lembranças de ti
Jouber Nabor Lacerda
Cantei, pra variar !
Cantei para ouvidos que não queriam escutar
Mas não me importo
Quer dizer me importo sim
Quando será ?
Que terei o meu público
Que sentirei vontade de cantar e chorar
Talvez já tenha
E não percebo a dimensão
Talvez a vaidade me cega
E ainda me faz cantar
Para um público que não quer me escutar
Será ?
Jouber Nabor Lacerda
"OBS: Ainda caio na estrada..............
Mas não me importo
Quer dizer me importo sim
Quando será ?
Que terei o meu público
Que sentirei vontade de cantar e chorar
Talvez já tenha
E não percebo a dimensão
Talvez a vaidade me cega
E ainda me faz cantar
Para um público que não quer me escutar
Será ?
Jouber Nabor Lacerda
"OBS: Ainda caio na estrada..............
12 de junho
Que saudade do tempo que amei alguém
Lá vem você querendo entender que isto é saudade dela
Daquele alguém
Não meu bem
Saudade de amar mesmo
De lembrar de algum nome antes de dormir
E lembrar de novo quando acordar
Sabe aquele frio na barriga ?
Então
Quando será que ele vai voltar ?
Talvez quando eu deixar
Ou quando eu souber
Me permitir
Me sucumbir
Saudade de não sentir vontade de sair
Ficar ali cuidando dela
Andar no parque
Só dar uma volta
Pegar um sol
Uma praia
Viajar
Qualquer lugar
Não tem problema
Estou com ela
Que coisa não ?
Voltei a reclamar
Ja disse alguém
Quem está dentro quer sair
Quem está fora quer entrar
Mas aí eu reflito
Só pensei nisso por causa do tempo
12 de junho
Dia do carinho
Aqueça o seu ninho
Ofereça o caminho
Você sabe meu bem
Nesta terra
Ninguém nasceu pra ficar sozinho
Jouber Nabor Lacerda
*OBS: Nesta data me recordo de bons momentos que vive com algumas importantes mulheres.
Lá vem você querendo entender que isto é saudade dela
Daquele alguém
Não meu bem
Saudade de amar mesmo
De lembrar de algum nome antes de dormir
E lembrar de novo quando acordar
Sabe aquele frio na barriga ?
Então
Quando será que ele vai voltar ?
Talvez quando eu deixar
Ou quando eu souber
Me permitir
Me sucumbir
Saudade de não sentir vontade de sair
Ficar ali cuidando dela
Andar no parque
Só dar uma volta
Pegar um sol
Uma praia
Viajar
Qualquer lugar
Não tem problema
Estou com ela
Que coisa não ?
Voltei a reclamar
Ja disse alguém
Quem está dentro quer sair
Quem está fora quer entrar
Mas aí eu reflito
Só pensei nisso por causa do tempo
12 de junho
Dia do carinho
Aqueça o seu ninho
Ofereça o caminho
Você sabe meu bem
Nesta terra
Ninguém nasceu pra ficar sozinho
Jouber Nabor Lacerda
*OBS: Nesta data me recordo de bons momentos que vive com algumas importantes mulheres.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Cuspir e dormir
Hoje vou sentir a madrugada
Sempre ela
Toda escura e calada
Peguei o carro e visitei as casas de algumas ex namoradas
Só pra fazer poesia
Só pra cair na estrada
Ao fundo escutava "As portas"
Uma música que falava sobre o fim
De algum caminho
Alguma história
Mas tudo isso deixo aqui na memória
Não se assuste caso se um dia me escutar cantando alguma frase sua
É que de madrugada a minha cabeça funciona como a fábrica
Aquela que polui nossas ruas e que gera economia
Noite fria
Burguesia
O silêncio pra quem amanhã trabalha
E acordarei cedo também
Por volta das 6 meu despertador vai gritar
Meu sono leve
Mas meu corpo continua desmaiado
Fico ali
Em estado estranho
Ja até pensei que fui a cozinha
Mas não sai da cama
As vezes me acho um louco
As vezes prefiro ficar sozinho
Pra falar a verdade
De uns tempos pra cá
Eu ando meio assim
Um coração me recolhe
Mas o amor não chegou até a mim
Comodismo talvez
Esperar pode ser um erro
Correr me tras cansaço
Mas quando faço isso em volta do meu bairro
Me ergo e abro os braços
E Deus sopra sobre meu corpo
Eu olho o verde
Sinto sede
Escuto um passáro e faço plágio da sua melodia
Chego em casa e pego meu violão
Quero entrar de férias
Mas sou a válvula de escape
Sou a minha composição
Jouber Nabor Lacerda
Sempre ela
Toda escura e calada
Peguei o carro e visitei as casas de algumas ex namoradas
Só pra fazer poesia
Só pra cair na estrada
Ao fundo escutava "As portas"
Uma música que falava sobre o fim
De algum caminho
Alguma história
Mas tudo isso deixo aqui na memória
Não se assuste caso se um dia me escutar cantando alguma frase sua
É que de madrugada a minha cabeça funciona como a fábrica
Aquela que polui nossas ruas e que gera economia
Noite fria
Burguesia
O silêncio pra quem amanhã trabalha
E acordarei cedo também
Por volta das 6 meu despertador vai gritar
Meu sono leve
Mas meu corpo continua desmaiado
Fico ali
Em estado estranho
Ja até pensei que fui a cozinha
Mas não sai da cama
As vezes me acho um louco
As vezes prefiro ficar sozinho
Pra falar a verdade
De uns tempos pra cá
Eu ando meio assim
Um coração me recolhe
Mas o amor não chegou até a mim
Comodismo talvez
Esperar pode ser um erro
Correr me tras cansaço
Mas quando faço isso em volta do meu bairro
Me ergo e abro os braços
E Deus sopra sobre meu corpo
Eu olho o verde
Sinto sede
Escuto um passáro e faço plágio da sua melodia
Chego em casa e pego meu violão
Quero entrar de férias
Mas sou a válvula de escape
Sou a minha composição
Jouber Nabor Lacerda
O RETIRO ESPIRITUAL
Moça legal
Me leve pro teu retiro espiritual
Vem cá deite aqui
Vamos cantar e sorrir pra você dormir
Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos
Moça legal
Me leve pro seu retiro espiritual
Pra mim tudo bem
A gente se esbarrou no caminho do bem
Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos
Jouber Nabor Lacerda
Me leve pro teu retiro espiritual
Vem cá deite aqui
Vamos cantar e sorrir pra você dormir
Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos
Moça legal
Me leve pro seu retiro espiritual
Pra mim tudo bem
A gente se esbarrou no caminho do bem
Vamos viver a vida
Entre chegadas e partidas
Vamos falar do tempo
Criar os novos argumentos
Jouber Nabor Lacerda
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