segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Tão Doce



Um pouco mais de luz no céu, pra iluminar.
O pensamento que não pode se acabar
Um pouco mais de cor no céu, para abrilhantar.
A inspiração que não pode parar.
Traz papel e caneta pra cá.
Vou trazer você pra perto de mim.
E quando o sol se abaixar.
A tua imagem eu vou admirar.
Surgindo sorrindo neste lugar.
Mais bela sereia que veio do mar.

Tão doce você apareceu.
Me trouxe as flores que recebeu.
E veio me beijar.
Mais belo presente de Iemanjá.

Tem cheiro e perfume de pólem no ar.
Velas e aromas para incrementar.
Desejo e vontade de se libertar.
Uma esteira na areia, a luz do luar.
A gente ensaia um jeito de amar.
Um novo segredo para se guardar.


Composição:
Jouber Lacerda (Jobão)
Felipe Coura (XiKim da Birizonte)
Luciano Totola (Luchos Gonzales)
Edilar Alves (EDI)


IPATINGA 24 de janeiro de 2009

As flores e o machismo

Se fores falar a verdade
Não digas em notas de omissão
É que profundos pecados eu já sei
Talvez deste jeito já até errei
Mas meu pensamento prefere a conclusão

Não penses que fico chateado
É meu suave jeito grosso de dizer
As vezes me despeço cantando
Outras apenas pensando
Mas não quero a ninguém
“O fazer sofrer”

Me sinto um louco
Que inquieto
Desaprendeu o que é amar
Que vê o lado bom das coisas
Somente para sozinho voar

Ver o céu ali do alto
Sem medo de sonhar
Mas depois olho pro lado
Percebo que ali falta
Um novo ser para tocar a flauta
Com notas
Compostas
Do sonhar

Não me pergunte desse jeito
“Por sempre sinto respeito”
Mas é que com as coisas do meu jeito
Muita ordem vai faltar

Sentimento que vem do peito
Com olhares e defeito
Com “pensares por demais”
Com cautela e todo feito
Para saber a hora de se mostrar

Pensam com igualdade
Que possuem racionalidade
E que de mesmo tanto sabem provar

Com loucuras de desejo
Com saudades de um beijo
E com toda
E mesma vontade
“Do sozinho voar”.

Jouber Nabor Lacerda

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fui logo ali

Fui logo ali
Tocar meu samba
Moça bonita
Que me balança

Me deixe tocar o violão
Não quero qualquer conclusão
Ascende o recheio de palha
Sambou meu amigo canalha

Fui logo ali
Cantar poesia
Falar de amor
Da burguesia
Jogue essa nota
Em meu chapéu
Cantei o pecado
Perto do céu

Me deixe tocar o violão
Não quero qualquer conclusão
Ascende o recheio de palha
Sambou meu amigo canalha

Jouber Nabor Lacerda

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Orei


Hoje ao acordar
Uma maré de dúvidas veio em meu pensamento
Então bem lento
Sentei em minha cama
E falei comigo mesmo
E novamente disse meu pensamento
Fale com Deus
Uma invenção para motivar a vida humana ?
Uma criação de nossa fantasia ?
Um ser que foi distorcido por várias religiões ?
Que isso jovem
Está de manhã
Aproveite a essência
Com um pouco de tristeza
E com gotas da minha alegria
Fechei meus olhos
Não disse nada
Mas minha mente sentia
Ligava minhas idéias a opiniões
Argumentos e conclusões
Definindo que meu espírito estivesse com pouco alimento
Falta de fermento
Pra preencher a alma
Que em momentos de eufória
Tem falta de calma
Um sinal
Talvez nem este eu veja mais
Cegueira
É olhar pra dentro
Não jogar pra fora
Já é hora de trabalhar a memória
Criar é só um alimento pro ego
Um bom entendimento para outras vidas
Interpretação, reflexão
Coisas que a arte sempre convida
Mas já demoro com minha lavagem da alma
Quando eu sonho do meu corpo ela fica do lado fora
Já vaguei por noites em meus cômodos
Acordei de um jeito que nem senti o descanso
Talvez travava uma batalha
Entre anjos e demônios
Em universo de Gaia
Mas meu pseudônimo
Com sobre nome Nabor e Lacerda
Já teve muita sorte
Já disse muita merda


Jouber Nabor Lacerda

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A vida


Coloquei meu tenis de corrida
Fui dar a volta ao bairro
Pensar na vida
E meu fone de ouvido me dizia
Poesias
E coisas mal resolvidas
Porque eu preciso pensar
Na vida
Porque eu preciso entender
O que está pra acontecer comigo
Me de seu seio
Me de seu colo
Um abrigo
Sou um sujeito
Tão imperfeito
Mas seu amigo


Jouber Nabor Lacerda

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Encante, En(dance)

COnduzir, levar, condicionar, encaminhar
Assim é o bailar
Que ainda aprendo em inteira dança
Um tango, uma valsa, um baião de esperança
Para pegar com firmeza e leva-la mais longe
Cruzar dois olhos em movimento
Na imensidão do horizonte
Com combinações de pernas e passos interessantes
O casal se envolve, comove em "aproves"
É belo a cena ensaiada e espontânea
Tem gente que sorri
Tem gente que canta
Em pleno sentimento
Da mais pura
Dança..........


Jouber Nabor Lacerda

sábado, 17 de janeiro de 2009

Salve salve o português, em breve a língua da vez.......

O português é uma língua esplêndida, NÃO QUE EU SEJA UM POLIGLOTA DA VIDA, MAL TERMINEI MEU CURSO DE APRENDER COMPLETAMENTE O INGLÊS. JÁ TENHO AMIGOS QUE FALAM ATÉ ALEMÃO, OUTROS RECITAM VERSOS EM FRANCÊS. MAS SEMPRE GOSTEI DE ME COMUNICAR, COM MEU FALHO E POÉTICO PORTUGUÊS CULTURAL, COM ALGUNS DELITOS DE TEXTOS COMPLETOS E SABENDO ENTENDER O ENREDO CORRETO, DE SAMBAR NA AVENIDA COM MÚSICA E EXPANSÃO, DE CONTAR HISTÓRIAS DE AMIGOS PARA MINHA IMENSIDÃO. ENTÃO ME DEIXE ASSIM, TALVEZ SÓ, QUE DÓ, ALGUM MEDO EU QUIS, PRA DIZER DE BOA MANEIRA, PRA SER FELIZ E SOFRER CONTANDO, O MUNDO QUE EU CANTO FALNDO, DE CHOROS DE RISOS ME ORQUESTRANDO.

JOUBER NABOR LACERDA