terça-feira, 9 de outubro de 2007

Papel passado.


Pensada esperança de encontrar alguém
Pra ter filhinhos e uma vida normal
Para realizar seus sonhos ao brincar de boneca
Porque o menino do carrinho não brincava de casinha
Expectativa de planos para o futuro
Ir pra esquerda ou pra direita, mas nunca em cima do muro
Ovindo do papai um orgulhoso parabens
E sentindo nos olhos da mamãe felicidade que faz bem
Assinando no papel todo aquele compromisso
Desfilando de branco para a platéia de um circo
Um bando de cobradores da vida alheia
A confirmação de um novo sangue correndo pelas veias
Uma casa, um prédio e toda vizinhança
Eu assito aqui de fora o que já vi na infância
Sem nehuma vontade de ser criança
E Agora um educador
De preconceitos vividos, livros não lidos e de idéias naturais
E lá vem o seu fantoche
QUe fica contra você
E quer que ententadas
Ela é ela, ele é ele, você é você.
Com espaço e passos largos pra se locomover
Porque o tempo voa e as vezes atoa a gente tenta entender.

Um comentário:

Humanista! disse...

Você e o seu jeito natural de dizer coisas naturais...
coisas humanas..
Tá aí..
descobri pq gosto tanto de vc!
rs

beijo enorme