terça-feira, 8 de abril de 2008

A Colméia


Vontade e curiosidade
Nas poucas vezes que vejo
Descontrole e sinceridade
Quando falo do meu desejo

E me pergunta onde fui
Fui ver se por aí
Existe mais do pouco como você
E não é que encontrei

Então me perguntei
Cadê ?
Não é paixão
Não é amor
É respeito e afinidade

É conversa de jogo aberto
Um tiro ao alvo
Que nunca sai certo

Minha munição está acabando
Mas meu violão continua tocando
Sem vergonha de perder
Sem receio de desafinar
Em algum momento
Toda corda vai arrebentar

Se não queres ceder
Eu não ouso perturbar
Então fico aqui de longe
Admirando alguns sorrisos
Flertando alguns olhares
Reprovando algumas idéias
Até que eu encontre
A abelha rainha
O mel
A colméia


Jouber Nabor Lacerda

2 comentários:

Janaína Samira disse...

Tudo bem q a gente às vezes precisa de tempo...mas o seu foi pouquinho e eu adorei!!!!
Bjão

M. Balbino disse...

o jobao!
ta mandando muito bem nas palavras..
isso tudo deve virar varias letras de musicas...